sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL



A VERDADE ACERCA DO NATAL


INTRODUÇÃO
            A igreja nos seus primeiros anos de vida causou uma verdadeira revolução na sociedade contemporânea, e até o fim do 1º século se manteve firme nos mandamentos dos primeiros apóstolos, isto é, nas verdades estabelecidas por Cristo.
             Após a morte do último apóstolo, a Igreja começou a se afastar daquela linha traçada por seu Fundador. Em conseqüência disso; muitas verdades foram perdidas e algumas práticas pagãs foram acrescentadas na vida da Igreja.
            Nesses dias o Senhor tem restaurado muitas verdades que haviam se perdido, o Espírito Santo tem soprado, tentando trazer a sua casa a planta original, isto é, a andar nos fundamentos dos apóstolos.
            Restauração não é o caminho mais fácil, pois implica em romper com práticas e tradições seculares que estão enraizadas na vida da Igreja, mas que não faziam parte dos ensinos dos apóstolos.
            Muitos destas práticas tiveram sua origem no paganismo, e foram introduzidas séculos depois, por papas que já tinham perdido completamente a linha traçada por Jesus.
            Alguém definiu RESTAURAÇÃO da seguinte maneira:
            “É manter aquilo que temos que é verdadeiro, buscar aquelas verdades que se perderam e abandonar aquilo que foi agregado”.
            Dentre muitas tradições que tem chegado até nossos dias, mas que não era prática dos primeiros cristãos, nem faz parte dos ensinos dos apóstolos, está também à tradição natalina, da qual estudaremos as origens.

ALGUNS QUESTIONAMENTOS
            Era noite e as crianças haviam montado o presépio elas aguardavam ansiosamente pela vinda do papai Noel carregado de presentes.
Ao amanhecer do dia 25 de dezembro, encontram uma enorme quantidade de pacotes com brinquedos e doces debaixo de uma cintilante árvore de natal.
Seus pais lhes disseram que todos aqueles presentes foram trazidos pelo Papai Noel durante a noite enquanto eles dormiam.
             Por acaso as crianças duvidaram daquilo que seus pais lhes disseram? Claro que não! Creram de fato! com você não aconteceu o mesmo?
            Poucas pessoas se detêm a pensar do porquê crê no que crêem, ou porque observa determinados costumes. A maioria de nós aprende a aceitar tudo sem vacilar.
            Por que acontece isso?
             Por natureza tendemos a fazer o mesmo que fazem os demais...
             Embora estejam errados. Não devemos aceitar esta tendência e sim examinar o que estamos fazendo e para onde estamos indo.
           
QUAL FOI A ORIGEM DO NATAL?
            O Natal é realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Jesus nasceu em 25 de dezembro?
            Se o Natal é a festa mais importante do cristianismo. Por que tantas pessoas que não são cristãs a comemoram?
            Por que é a época de trocar presentes com presentes entre amigos? Tem este costume sua origem nos magos que presentearam Jesus? As respostas podem nos surpreender.
            A maioria das pessoas supõe muitas coisas a respeito do Natal... Coisas que realmente não são certas, não fiquem nas suposições, busquemos os fatos.

O QUE DIZEM AS ENCICLOPÉDIAS
            A festa do Natal teve sua origem na Igreja Católica Romana e desta se estendeu ao protestantismo e ao resto do mundo.
             Em que se inspirou a Igreja Católica? Não foi nos ensinamentos do Novo Testamento. Não foi na Bíblia e nem nos apóstolos que foram instruídos pessoalmente por Jesus. O Natal se introduziu na Igreja durante o século IV proveniente do paganismo.
            Sendo que a celebração do Natal foi introduzida no mundo pela igreja Católica e não tem outra autoridade se não ela mesma, vejamos o que diz a respeito, à Enciclopédia Católica                (edição de 1911); “A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados ao inicio do ano se concentram na festa do Natal”.
            Na mesma enciclopédia encontramos que Orígenes, um dos chamados pais da igreja, reconheceu a seguintes verdades: “... não vemos nas Escrituras alguém que haja celebrado uma festa ou um grande banquete do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo”.
            A Enciclopédia Britânica (edição 1946) diz: “O Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja... não foi instituída por Jesus Cristo nem pelos apóstolos, nem pela autoridade Bíblica. Foi tomada mais tarde do paganismo”.
            A Enciclopédia Americana (edição 1944) diz: “O Natal de acordo com muitas autoridades não se celebrou nos primeiros séculos da Igreja cristã”. O costume do cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas sua morte. (A comunhão instituída por Jesus no Novo Testamento é uma comemoração da sua morte).
Em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no século IV. “No século V a igreja oriental deu ordem de que fosse celebrada para sempre, e no mesmo dia da antiga da festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhece a data exata do nascimento de Cristo.”
            Tomemos nota deste fato importante. Estas autoridades históricas demonstram que durante os três primeiros séculos da nossa era os cristãos não celebravam o Natal. Esta festa foi introduzida na igreja romana no século IV e, somente no século V, estabelecida oficialmente como festa cristã.

JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
            Jesus Cristo nem sequer nasceu na época do ano em que se comemora o Natal. “Quando Ele nasceu havia pastores no campo que velavam e guardavam seus rebanhos durante a vigília da noite” (Lucas 2:8). Isto jamais pode acontecer na Judéia no mês de dezembro. Os pastores tiravam os rebanhos dos campos em meados de outubro e os guardavam para protegê-los do inverno que se aproximavam tempo frio e muitas chuvas. A Bíblia prova em Lamentações 2:1 e Esdras 10:9, 13 que o inverno era época de chuvas, e que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos a noite no campo. “Era um antigo costume dos judeus daqueles tempos levarem seus rebanhos aos campos e desertos nas proximidades da páscoa (em princípios da primavera) e trazê-los de volta para casa ao começarem as primeiras chuvas” (comentário de Adam Clark, volume 5 pág.370).
            É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para época de frio e de chuva (Lucas 2:1).
            Qualquer enciclopédia ou outra autoridade pode confirmar o fato de que Cristo não nasceu em 25 de dezembro. A Enciclopédia Católica o disse claramente.
            A data exata do nascimento de Jesus Cristo é desconhecida. Isto é reconhecido por todas as autoridades. Se fosse a vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o nascimento de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado a data.
COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NA IGREJA
            A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso de Schaff-Hersog explica claramente em seu artigo sobre o Natal: “ Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve sua origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguiu a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemoram o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. As festividades pagãs de Saturnália a Brumália estavam demasiadamente amigadas aos costumes populares para serem suprimidas pela influencia cristã.
Estas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância.
Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os seus irmãos orientais de idolatria e culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã”.
            Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século IV os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém com a vinda do governador Constantino do século IV, que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano passou a aceitar este cristianismo popularizando e os novos adeptos apareceram a centenas de milhares.
            Tenhamos em conta que esta gente tenha sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria muito especial.  Agradava o provo! Não queriam rejeitá-la.
            Dessa maneira Constantino institucionalizou na Igreja Cristã, colocando o cristianismo como religião oficial.
            Neste processo a Igreja se “paganizou” e o mundo se “cristianizou”.     
            O sistema aceitou a moral cristã e legislou de acordo com ela a família, o dia do repouso, os deveres religiosos, a moral sexual, etc., porém não renunciou aos valores fundamentais do humanismo: a ambição do poder, o amor ao dinheiro e a vangloria da vida.
            Ao mesmo tempo a Igreja seduzida pela tentação de Satanás, sucumbiu por ambicionar o poder oferecido pelo Império Romano e as riquezas que este colocava a sua frente.
            Brox N. em seu livro História da Igreja Primitiva (Herder 1986, pág. 101, 102) faz o seguinte comentário: “A Igreja desfrutava de uma reputação pública. E isto era algo que qualquer um podia perceber; nas cidades surgiam edifícios de culto (templos) financiados pelo imperador Constantino. A partir do ano 321 o domingo se converteu para toda a sociedade em dia de descanso e culto. A ajuda financeira estatal fez possível numerosa atividades no sentido social e caritativo. Os bispos, que agora representavam a nova religião imperial, obtiveram o status de funcionários, com os respectivos privilégios...”.
            O mesmo autor ressalta que lhes foram outorgados poderes, honras, direitos e regalias ao trono, vestimentas e insígnias que ressaltavam sua posição. Com tais atributos os bispos passaram de servidores pobres a dignitários ricos.
            A visão dos cristãos se focalizou mais na cultura e perdeu a centralidade exclusiva em Jesus Cristo.
            É importante ressaltar que nesse período o cristianismo perdeu sua identidade e ordem de valores. O povo em massa agora “cristianizado” não deixou o paganismo, bem como seus costumes, cultura e objetos de culto e entre eles a comemoração do Natal.
            O artigo já citado da Shaff-Herzog Enciclopédia de Religiões explica como o reconhecimento do dia de domino por parte de Constantino, dia em que antes os pagãos adoravam o sol, e como a influência do maniqueísmo, que identificava o Filho de Deus, com o sol deram motivos aos pagãos do século IV, agora convertidos em massa ao cristianismo, para adaptar a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando título de dia do nascimento do Filho de Deus.
            O que se comemora hoje no dia 25 de dezembro é então o culto ao “deus sol”, só que de uma maneira camuflada, adaptada. É ainda hoje herança que o paganismo trouxe para dentro do cristianismo.
            Pior do que não fazer aquilo que Deus manda, é fazer aquilo que Ele não mandou fazer.
            Foi assim que o Natal se introduziu no nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo em espírito a festa pagã de culto ao deus sol.
Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mais nem por isso ela deixa de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica diz: “A partir do ano de 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de “Mitráica”, o aniversário do invencível sol, os sírios e os armênios apegando-se a data de 6 de janeiro acusavam os romanos de idólatras e adoradores do sol, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido sustentada pelos discípulos de Cristo.

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
            Temos visto, pois, que o Natal foi estabelecido por meio da Igreja Católica Romana e que ela o recebeu do paganismo. Porém, qual foi sua verdadeira origem?
            O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia e, como tal, tem suas raízes na antiga Babilônia de Ninrode Sim, data da época imediatamente posterior ao dilúvio!
            Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico, sistema organizado de impérios e governos humanos, do sistema econômico do lucro, o qual tem se apoderado do mundo deste então. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia original, Ninive e muitas outras cidades. Organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode deriva da palavra “marad”, que significa “rebelar”.
            De escritos antigos aprendemos que foi este homem que começou a grande apostasia mundial organizada que tem dominado o homem destes tempos antigos até agora. Ninrode era tão perverso que, segundo escritos antigos, casou- se com sua própria mãe cujo nome era Semíramis.
Morto prematuramente, sua chamada mãe-esposa, Semíramis, propagou a perversa doutrina da reencarnação de Ninrode em sue filho Tamuz.
Ela declarou que em cada aniversário de seu nascimento, Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.   
            Semíramis se converteu na rainha do céu” e Ninrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”.
Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Ninrode também se tornou em falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a “mãe e o filho” (Semíramis, e Ninrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração.
Esta veneração da “mãe e do filho” se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendente que pareça, encontramos o equivalente da “Madona” muito antes do nascimento de Jesus Cristo.
            Nos séculos quarto e quinto os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “cristianismo” levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos dissimulando-os sobre nomes cristãos.
Foi quando se popularizou também a idéia da “mãe e do filho”, especificamente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
            Neste mesmo século surgiu à doutrina da trindade, baseada no culto babilônico do pai, mãe e filho.
O estudioso trinitariano Alexander Hislop afirma em seu livro “As Duas Babilônias, 2ª Edição, páginas. 16-19, de 1959”, que – os babilônicos louvavam um Deus em três pessoas (pai, mãe e filho, sendo que o pai era Ninrode, a mãe sua esposa-mãe e o filho era Ninrode encarnado em seu filho Tamuz) e usavam um triângulo eqüilateral como símbolo desta trindade.
 Quem foi criado neste mundo babilônico, que tem aceitado estas coisas durante toda a vida, tem aprendido a venerá-las como algo sagrado. Não duvide. Estes costumes não têm sua origem na Bíblia e sim na idolatria pagã.
Assombramo-nos ao conhecer a verdade e, infelizmente, há aqueles que se ofendem ao ouvir a verdade. Porém, Deus ordena a seus ministros fiéis: “clama em vós alta, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão” (Isaias 58:1).
A verdadeira origem do Natal está na babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano há muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Isis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu no dia 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido celebram esta data antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a Igreja primitiva jamais celebraram o nascimento de Cristo nesta data e em nenhuma outra.
 Não existe na Bíblia ordem ou instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe sim, a ordem de observarmos a Sua morte (I Coríntios. 11: 24-26; João. 13: 14-17).
Assim foi como os “mistérios dos caldeus”, inventado pela esposa de Ninrode e nos foi legado, com novos nomes cristãos, pelas religiões pagãs.

OUTROS COSTUMES PAGÃOS
Além dos principais costumes natalinos de cada povo, têm-se adotado outros que são de origem pagã. A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas que enfeitam as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro “Respostas a algumas Perguntas”: “Se remonta aos costumes pagãos de se adornar edifícios e lugares de adoração para as festividades que se celebrava, ao mesmo tempo do Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior a era cristã”.
Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são velhas tradições pagãs, pois se acendiam ao ocaso para reanimar o deus sol, quando este se extinguia para dar lugar a noite. 
Papai Noel é o São Nicolau, bispo católico do século V. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, volume 19, páginas 648-649, diz: “São Nicolau, o bispo Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro.
Conta-se uma lenda segundo o qual presenteava ocultamente a três filhos de um homem pobre, deu origem ao costume de se dar presente em segredo na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro) data que depois foi transferida para o dia do Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau. (Papai Noel).
Os pais castigam seus filhos por dizerem mentiras, porém ao chegar o Natal, eles mesmos se entregam de contar-lhes a mentira do “Papai Noel”, “Reis Magos” e o “Menino Deus”.
 Por isso não é de se estranhar que ao chegarem a idéia adulta também acreditam que Deus é um mito.
Como meninos, sentindo-se tristemente desiludidos ao conhecer a verdade sobre Papai Noel, comentou com seu amiguinho: “Sim, também vou me informar melhor acerca do tal Jesus Cristo!”
É cristão ensinar as crianças mitos e mentiras? Deus disse: “Não enganareis nem mentireis um ao outro” (Levíticos. 19: 11). Ainda que para a mente humana pareça bem e justifique,
Deus também disse: “Há caminhos que ao homem parece direito, porém, o seu fim é caminho de morte” (Pr. 165:25).
Estudados os fatos vemos que os costumes de se celebrar o Natal, em realidade não é costume cristão, mas, sim, pagão. Ele constituiu um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

O QUEA BIBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL
Isaias 44: 14-17. O carpinteiro estende a régua, desenha-o com uma linha, aplaina-o com a plaina, e traça-o com o compasso; e o faz à semelhança de um homem, segundo a forma de um homem, para ficar em casa. 14 Quando corta para si cedros, toma, também, o cipreste e o carvalho; assim escolhe dentre as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer. 15 Então serve ao homem para queimar; e toma deles, e se aquenta, e os acende, e coze o pão; também faz um deus, e se prostra diante dele; também fabrica uma imagem de escultura, e ajoelha-se diante dela. 16 Metade dele queima no fogo, com a outra metade prepara a carne para comer, assa-a e farta-se dela; também se aquenta, e diz: Ora já me aquentei, já vi o fogo. 17 Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e roga-lhe, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus.

Oséias 4: 13. Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram.

  Deuteronômio. 16: 21. Não plantará nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti. 22 Nem levantarás imagem, a qual o SENHOR teu Deus odeia.

 Vemos que os povos, desde a antiguidade, possuíam o costumes de utilizar a madeira bem como as árvores, com fins de idolatria. 
Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro, símbolo natalino, possuía mesma conotação.

É BIBLICO A TROCA DE PRESENTES?
                Para algumas pessoas este é o ponto mais importante de tudo o que se refere á comemoração do Natal: a época de comprar e trocar presentes. A respeito, muitos exclamarão: “para isto sim temos autorização bíblica! Acaso Jesus Cristo ao nascer não recebeu presentes dos reis magos?”
            Novamente a verdade surpreenderá. Primeiro, vejamos a origem histórica do costume de dar presentes no Natal para depois ver o que a Bíblia diz a respeito.
            Citamos o seguinte da Biblioteca Sacra, volume. 12, páginas. 153-155 “A troca de presentes entre amigos é característico do Natal como da Saturnália e os cristãos seguramente a tomaram dos pagãos como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”.
            A verdade é que o costume de trocar presentes com parentes e amigos durante a época natalina, não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ainda que nos pareça estranho, ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra!
Suponha que uma pessoa que você ama esteja aniversariando. Você a horária comprando presentes para os demais amigos, omitindo a pessoa a quem deveria honrar? Que é o aniversariante. Não parece absurdo deste ponto de vista?
            Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastam muito dinheiro em presentes para parentes e amigos.
Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar algo a Cristo e Sua obra no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus.                  Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois durante janeiro e fevereiro, tentam recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere no apoio que dão a Cristo não voltam a normalidade até março.
            Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus. 2: 1-11. Com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu: “Quando Jesus nasceu em Belém da Judéia na época do rei Herodes, vieram uns magos do oriente a Jerusalém, dizendo: onde está o rei dos judeus que é nascido? ... e ao entrar na casa viram o menino com sua mãe Maria e prostrando-se o adoraram; e abrindo seus tesouros ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra”.
            Por que levaram presentes a Cristo?
            Notamos que os magos perguntaram pelo menino Jesus nascido rei dos judeus.
Porém, por que lhe levaram presentes?  Por ser dia do seu nascimento?                                    De maneira nenhuma! Pois eles chegaram vários dias e semanas depois do seu nascimento.
Então eles fizeram para dar-nos o exemplo? Não! Eles não trocaram presentes; presentearam a Ele, a Cristo. Não trocaram presentes com seus amigos e familiares, nem entre eles mesmos!
            Por quê? O mencionado comentário bíblico de Adam Clarke, vol.5, pág. 46, diz: “Versículo 11 (ofereceram-lhe presentes). No Oriente não se costuma entrara na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente em algumas ilhas do Pacifico Sul”.
            Aí está! Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de trocar presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume oriental que consistia em levar presentes ao apresentar-se perante um rei.
Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos judeus. Portanto, levaram oferendas da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão e assim como levaram aqueles que hoje visitam chefes de estado.
            O costume de dar presentes de Natal nada tem a ver com este acontecimento, é apenas a continuação de um antigo costume pagão.

HONRA A CRISTO REALMENTO?
            Agora vejamos um argumento utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal.
            Há quem insista que apesar de suas raízes em um costume pagão, agora não se observa o Natal para honrar um falso deus, o deus sol, senão para honrar o Senhor Jesus Cristo.
            O que nos diz a Palavra de Deus a respeito? “... não te enlaces após elas (nações pagãs) em imitá-las, e nem perguntes acerca de seus deuses dizendo: Assim como serviram estas nações pagãs aos seus deuses, do mesmo modo também farei eu. Não farás assim ao Senhor teu Deus, porque tudo que é abominável ao Senhor, e que odeia, fizeram eles aos seus deuses”. (Deuteronômio. 12: 30-31).
            Desta maneira, nos adverte o profeta Jeremias com respeito dos costumes tradicionais da sociedade que nos rodeia: “Assim diz o Senhor: Não aprendais os caminhos dos gentios (pagãos)... Porque os costumes dos povos são vaidade...” (Jr. 10:2-3).
            Deus nos disse claramente em seu manual de instruções, a Bíblia, que não aceitará este tipo de culto ainda que seja com a intenção de honrá-lo. Disse-nos que isso abominável e isso não O honram, e sim aos falsos deuses pagãos. Deus não quer que o honremos “como manda nossa própria consciência”.
Jesus Cristo nos disse claramente: “Deus é Espírito, e importa que os que O adoram, O adorem em espírito e em verdade”. (João 4: 24).
O que é verdade? Jesus disse que a sua palavra, a Bíblia, é a verdade (João 17: 17). A Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo, adotem um costume pagão.
            Novamente Jesus disse: “Mas em vão, me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens” (Mateus 15:9). 
A comemoração do Natal é um mandamento de homens e isso não agrada a Deus. Jesus Cristo. E assim invalidastes pela vossa tradição o mandamento de Deus” (Mateus 15:6).
            Isto é o que fazem hoje milhões de pessoas. Desprezam o mandamento de Deus. Seu mandamento com respeito à celebração de tradições pagãs para honrar e adorar a Deus é claríssimo: Não farás assim ao SENHOR TEU DEUS, porque tudo o que é abominável ao SENHOR, o que Ele odeia, fizeram eles aos seus deuses”.
Sem dúvida a maioria das pessoas invalida este mandamento seguindo a tradição dos homens ao comemorar o Natal.
            Não nos enganemos! Deus nos permite obedecer. Permite-nos seguir aos costumes dos homens. Permite-nos pecar. Porém também nos adverte que haverá um dia de juízo em que colheremos o que semeamos! Jesus Cristo é a Palavra Viva e pessoal de Deus, e a Bíblia é a Palavra de Deus escrita. Por esta palavra seremos julgados por toda a eternidade! Não devemos ignorá-la nem desprezá-la.

ESTAMOS NA BABILÔNIA SEM SABERMOS
            O Natal tem se tornado uma festa comercial sustentada em parte pelas companhias publicitárias. Em muitos lugares vemos um “Papai Noel” em disfarce. Os anúncios publicitários nos mantêm enganados sobre o “espírito de Natal”.
Os jornais e revistas onde são publicados estes anúncios também trazem editoriais que exaltam a festividade pagã e seu “espírito”. As pessoas crédulas estão tão convencidas que muitas se ofendem ao conhecer a verdade. Porém o “espírito natalino” é renovado a cada ano, não para honrar a Cristo, mais para vender mercadorias! Como todos os enganos de Satanás, o Natal também se apresenta como “anjo de luz”, algo aparentemente bom.
            Denominamo-nos como nação cristã, porém, sem sabermos estamos realmente na Babilônia, tal como predisse a Bíblia. Apocalipse. 18:.4. Nos adverte: “Sai dela povo meu para que não sejais participantes de seus pecados, nem recebais parte de suas pragas”.

AFINAL A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?
            Sim, podemos através de alguns detalhes bíblicos, situar cronologicamente o nascimento de Jesus e verificar que o Seu nascimento foi o cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento – a Festa dos Tabernáculos.
            Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, que acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Etenin) do calendário judaico, que corresponde ao mês de setembro do nosso calendário.
A festa dos Tabernáculos ou das Cabanas, significava Deus habitando com seu povo. Foi instituída por Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto em que o Senhor habitou num Tabernáculo no meio de seu povo (Levíticos. 23: 39-44; Neemias. 8: 13-18).
            No Evangelho de João capítulo 1, versículo 14, vemos: “Cristo... habitou entre nós”. Esta palavra em grego é skenoo ou tabernaculou; isto é, a festa dos Tabernáculos cumprindo-se em Jesus, Cristo, o Emanuel (Isaias. 7: 14) que significa Deus conosco.
Em Cristo não se cumpriu só mente a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, sua morte (Levíticos. 23: 4-8; Mateus. 26: 2; I Coríntios. 5: 7), a festa do Pentecostes quando enviou o Espírito Santo a Igreja (Levíticos. 23: 15-25; Atos. 2: 1).
            Vejamos nas escrituras alguns detalhes que nos ajudará situar cronologicamente o nascimento de Jesus.
v  Os levitas eram divididos em 24 turnos, e ministrava por 15 dias (I Crônicas. 24: 1-19 =24turdos x 15 dias = 360dias ou 1ano).
v  O oitavo turno pertencia a Abias (I Crônicas.24: 10);
v  O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico (mês de Abibi – Êxodo. 12: 1-12; Deuteronômio.16: 1; Êxodo.13: 4).
Temos então a seguinte correspondência:

Núm.
Nome
Mês
Turnos
Referencias
1
Abibi ou Nisã
Março
1 e 2
Êxodo. 13: 4; Et. 3: 7
2
Zive
Abril
3 e 4
I Reis. 6: 1
3
Sivã
Maio
5 e 6
Ester. 8: 9
4
Tamus
Junho
7 e 8
Jeremias. 39: 2; Zc. 8: 19
5
Abe
Julho
 9 e 10
Números. 33: 38
6
Elul
Agosto
11 e 12
Neemias. 6: 15
7
Etenim ou Tisri
Setembro
13 e 14
I Reis. 8: 2
8
Bul
Outubro
15 e 16
I Reis. 6: 38
9
Chizleu
Novembro
17 e 18
Esdras. 10: 9. Zacarias. 7: 1
10
Tebete
Dezembro
19 e 20
Ester. 2: 16
11
Sevate
Janeiro
21 e 22
Zacarias. 1: 17
12
Adar
Fevereiro
23 e 24 
Ester. 3: 7

            Comecemos por Zacarias, pai de João Batista. Ele era sacerdote e ministrava no templo durante o turno de Abias (Lucas. 1: 5, 8, 9). Terminado o seu turno voltou para casa e, conforme a promessa que Deus lhe fez, sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Lucas. 1: 23-24). Portanto João Batista foi gerado no fim do mês Tamus ou início do mês Abe. Agora um dado muito importante? Jesus foi concebido seis meses depois (Lucas. 1: 24-38). Portanto Jesus foi concebido no fim de Tebete ou início de Sevate.
            Visto estes detalhes nas Escrituras, chegamos à conclusão que João Batista foi gerado no fim de junho ou inicio de julho, quando Zacarias voltou para casa após seu serviço no templo. Jesus foi concebido seis meses depois, no fim de dezembro ou inicio de Janeiro.
Ele não nasceu em dezembro como diz a tradição, mas foi gerado neste mês. Nove meses depois, no final do sétimo mês (Etenim), setembro no nosso calendário, quando os judeus comemoravam a festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar com Seu povo. Nasceu Jesus!
            Deus tabernaculou com seu povo.  Nasceu o Emanuel. Deus habitando conosco.
            Diante de tudo isso, temos claro da parte de Deus e da própria história secular a origem do Natal e de seus objetos (árvore de natal, guirlanda, presentes, presépio, Papai Noel, etc.).
            A Igreja neste dias de restauração temos que renunciar a essa cultura que nos foi imposta e pregar que Jesus não está indefeso numa manjedoura, mas que nasceu cumpriu todo o propósito de Deus, morreu, ressuscitou e hoje reina sobre e através da Igreja pelo poder do Espírito Santo, que está em nós que nascemos da água e do Espírito.

Jesus Cristo

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O NOME DE DEUS


PARTE NOVE  



O VERDADEIRO FUNDAMENTO




Aqui nesta passagem, os servos e seguidores, com seus edifícios já edificados, portanto estes são chamados de a Igreja do Senhor.

 As ovelhas de Deus, eles já estão alicerçados sobre a Rocha, o verdadeiro fundamento que é: 
  O Nome de Jesus Cristo.




         João. 10: 27. As minhas ovelhas ouvem a Minha voz, E eu conheço-as, e elas Me seguem. 

         Quando se invoca o Nome do Senhor Jesus e Ele se faz presente no meio deles, portanto a palavra é verdadeira, pois é o próprio Senhor quem as profere.

I Coríntios. 1: 2. À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso.

Portanto a Igreja do Senhor é todo aquele que Ele comprou para si mesmo, quando no batismo o pastor, bispo, presbítero, ou líder religioso, invocou sobre o batizando o Nome do Senhor Jesus.

Ali Ele se faz presente atendendo ao apelo do líder, sobre a vida do servo que a partir daquela data, aquela alma está livre do mundo de pecados e presa a Jesus.

Pois naquele momento Jesus recebe aquele servo que pelo qual Ele pagou o preço de seu pecado quando derramou Seu Sangue na cruz em resgate deste.

Por isso o próprio Jesus se faz presente no batismo em favor do servo arrependido e retira dele todo o peso de pecado que carregava e toma sobre si.     
 
Porque para este ato de misericórdia é que o Senhor Jesus fora invocado naquele momento pelo pastor ou qualquer líder religioso, portanto havia um servo arrependido e necessitando de perdão de seus pecados, alguém querendo nascer de novo. 

E pelo arrependimento se faz  merecedor da misericórdia de Deus para salvação de sua alma. 

E assim ele se torna cidadão do céu nascido do espírito, pois, é nascido de Deus e é introduzido no reino espiritual; onde Cristo é tudo e em todos.

João. 3: 6. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é Espírito. Estes pelo novo nascimento, o nascimento espiritual, são nascidos de Deus.

II Coríntios. 3: 17. Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

Os quais Deus chama de filhos e filhas, pois creram no Seu Nome, portanto o mesmo Senhor habita neles, quando recebeu em sua vida o Nome do Senhor no batismo.


Isaias  30: 27 – 28.  Eis que o nome do Senhor vem de longe, ardendo a sua ira, sendo pesada a sua carga; os seus lábios estão cheios de indignação, e a sua língua é como um fogo consumidor.

   E a sua respiração como o ribeiro transbordante, que chega até ao pescoço, para peneirar as nações com peneira de destruição, e um freio de fazer errar nas queixadas dos povos.


Os que são batizados no Nome de Jesus já estão Edificados no fundamento espiritual O NOME JESUSportanto, encontrando assim, a liberdade e poder de ser feitos filhos livres para glorificarem a Deus pelo Seu Nome. O Nome de Jesus.
Deuteronômio. 28. 10. E todos os povos da terra verão que é invocado sobre ti o Nome do Senhor, e terão temor de ti.

Conforme está escrito; é para que seja notória a diferença dos que realmente estão em Jesus e os que não estão, pois estes O rejeitaram quando negaram Seu Nome no batismo.


Malaquias 3:16 - 18. Então aqueles que temeram ao Senhor falaram freqüentemente um ao outro; e o Senhor atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o Senhor, e para os que   se lembraram do seu Nome. 

E eles serão meus, diz o Senhor dos Exércitos; naquele dia serão para mim jóias; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve.  
Então voltareis e vereis adiferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.

 Malaquias 4: 1- 3.  Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todosos que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, dizo Senhor dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo.

Mas para vós, os que temeis o Meu Nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.

E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, dizo Senhor dos Exércitos.



II João 1: 9. Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho

Peste atenção nestes versículos do evangelho de Jesus Cristo.

Em: João. 1: 12.  Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no Seu Nome

Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.

 É exatamente o que Jesus falou para Nicodemos, ter que nascer de novo, mediante o batismo nas águas, o servo é nascido de novo espiritualmente de Deus quando é invocado o Nome do Senhor Jesus sobre este servo.

Portanto como diz; o servo não é nascido pelo sangue nem da vontade do varão, porque o Sangue de Jesus é o seu resgate, é o preço por Ele pago.

 Medite e tome uma decisão preciosa digna de Salvação e de receber morada nos céus do Senhor Jesus Cristo.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O NOME DE DEUS





PARTE OITO


A FORMULA PARA SER UM FILHO DE DEUS


 
E Pedro se levanta em voz, e fala; que todos igualmente se arrependam, e que todos sejam também igualmente batizados em o Nome de Jesus, para o perdão dos pecados, e então recebereis o dom do Espírito Santo.

 “O Dom é Pertencer ao Reino do Espírito, é a Salvação ou perdão dos pecados”. 

Se o Espírito Santo nos guia a toda a verdade então, como a Palavra pode ser mentirosa?

 A palavra que Pedro falava sem sombra de dúvida é verdadeira, pois, ele acabara de receber a revelação do Espírito Santo e ele é revestido do Poder de Deus, para falar ousadamente a Verdade.

          Atos. 15. 17.  Para que o restante dos homens busque ao Senhor, E todos os gentios, sobre os quais O Meu Nome É Invocado, Diz o Senhor, que faz todas estas coisas.

O primeiro encontro que o servo tem com o Senhor é mediante o batismo nas águas quando sobre o servo é invocado o Nome do Senhor. O Nome de Deus. “O Senhor é Deus”. 

Nome oculto num mistério através dos tempos, que agora é revelado aos santos.  O nome de Cristo.  “Jesus”. O Nome do Poder.

 Colossenses. 1: 26. O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos.

E Senhor se faz presente espiritualmente ali no batismo, pois O sentimos por causa da alegria e o sentimento de liberdade que se apodera de nós, quando se é batizado nas águas.

O batismo nas águas fala do arrependimento e a invocação do nome de Jesus no batismo, fala da presença espiritual de Jesus ali retirando o pecado do servo e o arremessando para (o dom) o reino do Espírito, tornando uma nova criatura.

 Fazendo o sevo nascer de Deus, no novo nascimento, uma novidade de vida, nascimento espiritual, quando Nome de Jesus é invocado outorgando o poder ao servo de ser feito filho de Deus. Este é o batismo. “Estes são contatos imediatos do servo com seu Senhor”.

Atos 20.28. Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que Ele resgatou com Seu próprio Sangue. 

Então o Senhor se faz presente, outras vezes na vida do servo, durante sua caminhada espiritual, pois o próprio Senhor vai morar no coração do servo fiel.

Mateus. 28: 19.  ... E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém. 

Até que na sua manifestação em que O veremos em sua segunda vinda. Pois quando se invoca o nome de uma pessoa é como se ela estivesse ali. 

Não se pode desligar o nome da pessoa nomeada, por que o nome é a própria pessoa nomeada, portanto o nome exerce o mesmo poder da pessoa presente.  

 Quando alguém está inadimplente no comercio, o seu nome é que fica preso no serviço de proteção ao crédito, com isso a própria pessoa não pode mais exercer as funções de comprador, pois se encontra preso no sistema.

Nisto afirmamos: que no batismo quando se é invocado o Nome de Jesus. Ele, Jesus, está realmente ali presente retirando todo pecado daquele que está sendo batizado, e escrevendo seu nome no livro da Vida.

Pois bem; somente os salvos estão escritos seus nomes no livro da vida, só há salvação no Nome de Jesus. 

Se seu nome está escrito no livro da vida, quer dizer que você já está no céu na presença de Jesus, pois o nome é a própria pessoa nomeada, como também a glória de Deus é Seu Nome.

Neemias. 9. 5   E os levitas, Jesua, Cadmiel, Bani, Hasabnéias, Serebias, Hodias, Sebanias e Petaías disseram: Levantai-vos, bendizei ao SENHOR, vosso Deus, de eternidade em eternidade; ora, bendigam o NOME DA TUA GLÓRIA, que está levantado sobre toda bênção e louvor.

         I Crônicas 29: 13.   Agora, pois, ó Deus nosso, graças te damos, e louvamos O NOME DA TUA GLÓRIA.


 Isaías. 42: 8. Eu sou o Senhor; este é o MEU NOME; A MINHA GLÓRIA, pois, a outrem não darei, nem o Meu Louvor às imagens de escultura.

O NOME É A GLÓRIA DE DEUS. Portanto é pelo Nome “JESUS”, é que Deus é glorificado recebendo toda honra e todo louvor, e toda adoração.

 É pelo Nome JESUS, QUE DEUS É GLORIFICADO e exercendo o Seu poder para salvar, libertar, curar, abençoar, e batizar nas águas e no Espírito Santo.

João. 13: 31, 32. Tendo ele, pois, saído, disse Jesus: agora é glorificado o filho do homem, e Deus é glorificado Nele

Se Deus é glorificado Nele, também Deus o glorificará em Si mesmo, e logo O há de glorificar.

Filipenses. 2: 11. E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para GLÓRIA DE DEUS PAI.

Colossenses.  3: 17.E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” Diz-nos: Que Deus é glorificado quando se faz tudo pelo NOME DE JESUS. 

         Mateus. 18. 20Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu Nome, aí estou eu no meio deles.



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O NOME DE DEUS




PARTE SETE


RECEBENDO O PODER DE SER FEITO FILHO DE DEUS



É exatamente aqui, que é o ponto de divergência entre muitas denominações, pois, se mediante a Palavra de Deus sei que para eu pertencer a Cristo e receber o poder de ser chamado filho de Deus, tenho que receber de Cristo o Nome,


Seu Nome é o poder ministrado sobre mim trocando minha condição de servo, para a de filho de Deus.


 João. 1. 12. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome;


         Mateus 28: 18 E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

 Que poder é este que Cristo recebeu? O poder está no Espírito isto é, no Nome que herdou, Ele herdou todas as coisas e também o Nome. “JESUS”

Ora; se compro uma determinada mercadoria em uma loja de departamento e pago as mesmas, tendo estas mercadorias sendo descriminadas e faturadas em meu nome.

Pelas leis que regem o código, fala que é meu, porém só posso tomar posse das mesmas, quando for por mim recebido na minha casa e assinalado o meu nome sobre esse documento, (fatura). 

Assim também todos afirmam ser de Deus e ainda filhos de Deus, porém somente no dia em que Cristo nos vier buscar, então saberemos realmente de quem somos filhos enfim.

Atos. 22: 16. E agora por que te deténs? Levanta-te, e batiza-te, e lava os teus pecados, invocando o Nome do Senhor.

Dessa mesma forma é o servo: só passa a ser realmente propriedade de Cristo quando o mesmo receber de Cristo o Nome, mediante o batismo nas águas, e sedo invocado o NOME DE JESUS sobre este servo, neste dia o servo recebe a assinatura de que ele agora é propriedade exclusiva de Cristo.

Provérbios 30: 12. Há uma geração que é pura aos seus próprios olhos, mas que nunca foi lavada da sua imundícia

E somente poderá pertencer a Cristo se receber o Nome de Cristo; JESUS para uma lavagem nos pecados porque só será salvo se os pecados forem perdoados e sabemos que só serão perdoados os pecados pelo NOME JESUS”.  

           Cristo é nosso exemplo; assim como Cristo é oTabernáculo de Deus e recebeu o Nome "Jesus", nós também de igual modo somos templos de Deus e devemos receber também o Nome "JESUS" em nossa vida.

Atos 10: 43 A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele creem receberão o perdão dos pecados pelo Seu Nome.

Você pode até dizer; já fui batizado na igreja tal ou noutra e qualquer igreja evangélica ou não, mais se não foi batizado no NOME JESUS, me desculpe por ser verdadeiro, não estão perdoados ainda os seus pecados.

I Coríntios 1: 12 – 13 Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo.

Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?

Em outras palavras está Deus dividido? 

Eu temo a Deus e tremo diante Dele, eu não divido Deus em partes.

 Atos. 4: 12. E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outroNome dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.

 Portanto é no batismo que começa a vida espiritual, é sobre esta Rocha Jesus Cristo se constrói o alicerce do edifício espiritual.

 Efésios. 3: 14, 15. Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Do qual toda a família nos céus e na terra toma O NOME.

Toda a família da terra tem que tomar o Nome de Deus para pertencer a Deus. 

Mais tem alguns que deliberadamente rejeita o Nome de Cristo sobre eles, refugando a base de sua edificação espiritual que é o Nome JESUS”.

João. 1: 11. Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam.

Portanto Deus veio a eles sendo representado pelo “NOME ostentado pelo Filho e não creram no Nome, estes são aqueles que negam Deus, porque negaram O NOME JESUS”.

João 5: 43. Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, aesse aceitareis.


I João. 2: 23.  Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.

Entretanto há aqueles que querem ser participantes do reino entrando Nele de forma ilegal.  

João 10: 1. Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobre por outra parte, é ladrão e salteador.

Estes rejeitam a única porta, portanto negam a Cristo e a Seu Nome “JESUS”.

João 10: 7 Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas.

I João 2: 22. Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.

JESUS é o único Nome que pode perdoar pecados, Salvar, Abençoar, Curar, Expulsar demônios e fazer qualquer tipo de Milagres.

Porém alguns estão perdidos e precisam ser encontrados, visto que não cria no Nome de Jesus para receber perdão dos pecados e receber poder de ser feitos filhos de Deus se caso crescem no Seu Nome.

João. 1: 12. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no Seu Nome.

Só Jesus Salva, só Jesus Cura, só Jesus pode Perdoar pecados, responda a pergunta: 

Como se é perdoado os pecados daqueles que por ventura não são batizado invocando o Nome de Jesus?

Visto que só existe um Nome;JESUSque tem poder para expulsar demônios e perdoar pecado.

Atos. 10: 43. A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que Nele creem receberão o perdão dos pecados Pelo seu Nome.

 Responda-me: Onde está o erro de Pedro, quando ele nos aconselha no dia de pentecostes?

Como pode ser que mediante a Palavra de Deus os Apóstolos estavam todos reunidos no dia de Pentecoste e todos são cheios do Espírito Santo “O Espírito Santo é Deus”, e todas as suas atitudes eram de ousadias e poder, todos se maravilham, e desejava sentir aquela mesma alegria.